Antes da viagem Machu Picchu Peru, atenção ao calendário

Tudo bem, já falei aqui mais de uma vez que improvisos e inusitados fazem das viagens momentos especiais, mas uma consultinha ao calendário pode ser a diferença entre o sucesso e o insucesso de alguns programas. Veja exemplos do que já aconteceu comigo:

 

1 — Decididas de última hora a conhecer MACHU PICCHU, uma amiga e eu nos tocamos para Cuzco em um certo fevereiro quando, por causa da chuva dessa época do ano, a trilha inca fecha por dias a fio. A amiga que me acompanhava ficou decepcionada. Eu, confesso, nem tanto, porque não pretendia caminhar quatro dias a mais de 2 mil metros de altitude, no meio da mata. Escalar os mais de 300 metros do Wayna Picchu pra mim foi mais do que suficiente…

 

 

Cusco Machu Picchu

 

4 — Outra vez, com uma pequena lista de compras na mão, caminhei quadras e quadras até a afamada B&H, loja de eletrônicos de NOVA YORK. Esqueci de um detalhe: era semana de Páscoa e, naquele ano, a Páscoa cristã e o Pessach, a Páscoa dos judeus, coincidiam. Dei com a cara na porta. A loja, de judeus, ficou fechada a semana inteira.

 

 

3 — Também marquei impetuosamente uma visita, em setembro, ao CHILE. Ocorre que, naquele mês, os chilenos comemoram as “Fiestas Patrias”, uma semana inteira de festividades em que, acredite, fecha tudo, incluindo bares de hotéis e restaurantes de shoppings. Num determinado dia, em Santiago, a saída foi comer cachorro-quente num Cinemark qualquer, vendo um filme meia-boca. Em compensação, assisti um desfile sensacional nas avenidas do bairro Las Condes, e fiquei admirando os jantares das famílias nas sacadas do bairro.

 

 

4 — Pra encerrar, muuuuuuuitos anos atrás, em viagem a Portugal, resolvemos fazer o caminho dos preguiçosos até SANTIAGO DE COMPOSTELA, na Espanha. Fomos de carro, num dia qualquer, sem consultar nada nem ninguém. Resultado: a catedral estava em reformas para o ano do Jubileu (2000) e a igreja só abria em um dia da semana que, obviamente, não era aquele. Nosso caso não era o mais grave. Pior era ver a decepção estampada na cara de quem havia feito, a pé, os 800 quilômetros do caminho mais longo, iniciado mais de um mês antes, na França.

 

Cometi outras gafes, mas lembro dessas agora.

 

Ah, e não esqueça: no mundo inteiro, quase todos os museus fecham às segundas-feiras!

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